Eleição para Diretoria
Faculdade de Direito da UFMG
Experiência, diálogo e compromisso
com o presente e o futuro da Faculdade.
Uma gestão construída com escuta, participação e compromisso com toda a comunidade acadêmica.

Gestão participativa
Decisões compartilhadas, procedimentos administrativos ágeis e com respeito aos órgãos colegiados da Faculdade.
Administração dos setores
Acompanhamento das demandas dos setores e dos TAE’s, inclusive para fins de RSC.
Ensino de excelência
Diálogo entre Direito e Ciência do Estado e suporte às adequações, revisão curricular e avaliações de curso.
Pesquisa e extensão
Fomento à produção científica, à divulgação eletrônica da produção institucional e ao impacto social do Direito e das Ciências do Estado.
Inovação e modernização digital
Biblioteca híbrida, núcleo de revistas e sites institucionais e implantação de sistemas de gestão integrados.
Participação da comunidade
Incentivo à participação de alunas, alunos e egressos de todos os tempos, com arrecadação de recursos para melhorias da estrutura física da Escola.
Compromisso institucional
Defesa da autonomia universitária e da democracia, da memória da Faculdade, da liberdade acadêmica e da diversidade estudantil e docente.
Diálogo institucional
Cooperação com a Reitoria, outras faculdades de Direito, órgãos públicos e iniciativa privada.
Sobre nós
Histórias que se encontram no compromisso com a Faculdade
Mônica e Roberto unem trajetórias de dedicação ao ensino, à pesquisa e à gestão pública. Agora, colocam essa experiência a serviço de um projeto coletivo para fortalecer ainda mais nossa Faculdade.
Dia da eleição
24 e 25 de agosto
Participe e fortaleça nossa Faculdade.

Mônica Sette Lopes
Candidata à Direção
Professora Titular, pesquisadora e gestora. Atua nas áreas de Metodologia de Pesquisa em Direito, Teoria do Direito, Direito e Comunicação, Direito e Arte e Direito e Processo do Trabalho.
Mônica traz a experiência de quem conhece a Faculdade por dentro e por ofício. Vice-Diretora da Casa nos dois últimos mandatos (2018–2022 e 2022–2026), acompanhou de perto cada rotina administrativa e cada decisão que trouxe a Faculdade até aqui, a continuidade, nela, não é promessa: é o trabalho que já vem sendo feito. Antes da dedicação integral à vida acadêmica, foi juíza do trabalho por mais de duas décadas e desembargadora do TRT da 3ª Região: aprendeu, em milhares de audiências, que decisão que não se converte em ato é apenas papel, e que prazo, para quem administra, é compromisso. Representa a Faculdade em órgãos centrais da Universidade, como o Conselho Universitário e a Comissão Permanente de Arquivos Institucionais, convivência que torna o diálogo com a Reitoria fluido desde o primeiro dia Participou do Comitê de Ética na Pesquisa/UFMG.. E, há quase vinte anos, produz e apresenta o programa Direito é Música, na Rádio UFMG: centenas de episódios que levam o direito para além dos muros da Escola, no tom de quem sabe que instituição séria também se comunica com leveza.

Roberto Novaes
Candidato à Vice-Direção
Professor Adjunto, pesquisador e gestor. Atua nas áreas de Teoria do Estado, Filosofia do Direito e Tecnologia Aplicada a Gestão, com experiência em gestão acadêmica e projetos institucionais.
Roberto traz uma trajetória pouco comum na universidade: foi almoxarife, foi padeiro, foi, e continua sendo, programador. Dirigiu empresa de tecnologia da informação, liderou a área de sistemas e inovação de um grande escritório de advocacia e foi mentor em programas de startups. Essa vivência virou método dentro da Escola: coordena o Colegiado de Ciências do Estado, criou o curso de extensão de Programação Aplicada ao Direito e conduz dois projetos que o traduzem, o Gestão Legal, sistema de código aberto desenvolvido com estudantes e já em uso na DAJ, e o LabP², laboratório que forma alunos construindo tecnologias públicas para o setor público. Viveu esta Casa também do outro lado do balcão: presidiu o Centro Acadêmico Afonso Pena e militou no movimento estudantil durante toda a graduação. Sabe que os tempos são outros, o movimento de hoje não é o da sua época, e não pretende que seja, mas o trabalho diário no colegiado o mantém em contato com o que os estudantes efetivamente precisam: o TCC, a permanência, a comprovação de conhecimento, a revisão de desligamento. Sabe, enfim, que inovação verdadeira não se faz de discurso: faz-se de sistema entregue, rodando, com aluno formado no caminho.
Experiência e inovação, nesta chapa, não são polos opostos: são as duas mãos com que se administra uma instituição pública em tempos de restrição orçamentária.